A vida devachânica é desenvolvimento da aspiração, passando pelos vários estágios de gestação, nascimento, crescimento cumulativo, momentum descendente e partida para outra condição, tudo enraizado na alegria. Não há nada no mero fato da morte que molde uma alma de novo.
Ela é um grupo de energias psíquicas, e o céu deve ter algo em comum com estas, ou por que deveria ela gravitar para lá? Em Devachan cada um recebe aquele grau de bem-aventurança que pode assimilar; seu próprio desenvolvimento determina sua recompensa.
A alma oscila entre Devachan e a vida terrena, encontrando em cada um condições adequadas ao seu desenvolvimento contínuo, até que, através do esforço, atinja uma perfeição na qual cessa de ser sujeita às leis de ação e reação, tornando-se em vez disso sua cooperadora consciente.
Devachan é um sonho, mas apenas no sentido em que a vida objetiva pode ser assim chamada.
Ambos duram até que o Karma seja satisfeito em uma direção e comece a atuar na outra.
Seu aroma final forma a nota-chave da existência devachânica.
O homem morno não vai nem para o céu nem para o inferno.
A vida devachânica é desenvolvimento da aspiração, passando pelos vários estágios de gestação, nascimento, crescimento, tudo enraizado na alegria. Em Devachan cada um recebe aquele grau de bem-aventurança que pode assimilar; seu próprio desenvolvimento determina sua recompensa. A alma oscila entre Devachan e a vida terrena, até que, através do esforço, atinja uma perfeição na qual se torna cooperadora consciente das leis.
— Ecos do Oriente — William Q. Judge
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