Ao buscar compreender a lógica das faculdades psíquicas, devemos lembrar que elas são meramente extensões do alcance dos meios normais de cognição.
Um clarividente é aquele que possui uma gama de resposta vibratória consideravelmente mais ampla do que a normal no atual estágio da evolução humana.
Existem órgãos no cérebro por meio dos quais essa visão ampliada se torna possível.
São eles a glândula pituitária e a glândula pineal.
Quando desenvolvidos e ativos psiquicamente, eles conferem o poder, primeiro, de responder a comprimentos de onda físicos adicionais e, depois, a vibrações superfísicas.
A analogia do rádio pode ajudar a uma compreensão mais clara do assunto, pois a clarividência é simplesmente uma questão de sintonizar comprimentos de onda aos quais os órgãos dos sentidos e o cérebro normalmente não podem responder.
A glândula pituitária e a glândula pineal são partes essenciais do mecanismo receptor, e devem ser “carregadas” com um tipo especial de energia apropriado à função que desempenham.
O vidente é então capaz de “sintonizar” e ver e ouvir em comprimentos de onda superfísicos, transcendendo assim as limitações físicas.
A analogia do rádio pode ajudar a uma compreensão mais clara do assunto, pois a clarividência é simplesmente uma questão de sintonizar comprimentos de onda aos quais os órgãos dos sentidos e o cérebro normalmente não podem responder. O vidente é então capaz de “sintonizar” e ver e ouvir em comprimentos de onda superfísicos, transcendendo assim as limitações físicas.
— A Ciência da Vidência — Geoffrey Hodson
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