Em todos os países que não são livres, chega-se a um estágio em que a Nação não livre torna-se autoconsciente e exige o direito de trilhar seu próprio caminho “de acordo com o Verbo”, isto é, de acordo com o fragmento da Divindade que é o seu Self, o Governante Interno Imortal, a Divindade da qual ela é uma das encarnações Nacionais.
A individualidade da Nação é tanto uma verdade quanto a individualidade do homem.
Por fim, escolho a primeira alternativa, porque uma constituição estável deve ser assentada sobre o fundamento da obrigação social, sobre o dever, e o ideal supremo da Sociedade na Índia tem sido o Dharma, baseado na relação de todas as vidas como enraizadas na Vida Una, interdependentes, de modo que a Sociedade é um complexo de obrigações mútuas, tendo a família como unidade.
O Ocidente, ao contrário, partiu de uma ideia imaginária e impossível do homem como solitário; um indivíduo revestido de certos direitos, e a Sociedade como um arranjo de conveniência mútua pelo qual os direitos de cada um são equilibrados com os direitos dos demais, e a Sociedade com o indivíduo como unidade é uma criação legal, mais do que um crescimento natural.
A teoria e seu funcionamento tendem mais a conflitos do que à paz, mais a um equilíbrio instável do que estável.
Qualquer das teorias, exagerada em excesso, produz danos: a primeira produz um fóssil, a segunda um rebelde.
A teoria e seu funcionamento tendem mais a conflitos do que à paz, mais a um equilíbrio instável do que estável. Qualquer das teorias, exagerada em excesso, produz danos: a primeira produz um fóssil, a segunda um rebelde.
— O Futuro da Política Indiana — Annie Besant
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