A mente deixada como é, sem fabricações — a arte de não fazer nada
Não existe nada sobre o que meditar, nem mesmo um processo de meditação: apenas o repouso pleno, espontâneo e constante no vazio da própria consciência. Como ensina a tradição da voz do silêncio, “A Mente é a grande assassina do Real” — e repousar sem artifício é deixar de assassiná-lo.
Este guia reúne, em dez seções, a instrução completa da meditação sem objeto: a quietude como porta de entrada, a consciência pura sem atributos, o intervalo entre dois pensamentos, a mente como macaco, a autoliberação dos pensamentos sem suprimir nem seguir, o céu e suas nuvens, o vazio primordial como ponto crítico da prática e os frutos que florescem de dentro.
- A meditação que não é atividade do intelecto
- A quietude como porta de entrada
- A consciência pura sem atributos
- O intervalo entre dois pensamentos
- A busca que já está presente
- A mente como macaco — e as sobreposições
- Não suprimir, não seguir, autoliberar
- O céu e as nuvens do pensamento
- Vazio primordial: o ponto crítico da prática
- Os frutos da prática