A teosofia em seu aspecto central constitui essencialmente a ciência da vida, sua natureza, potencialidade e ação.
Ela também foi chamada de ciência do Eu. Mas quando o eu no sentido comum desaparece, então há a vida surgindo em seu lugar, em todo o seu caráter extraordinário, sua beleza, sua profundidade, sua inteligência, e todas as demais características de sua natureza e poder.
Podemos usar a palavra “Espírito” quando nos referimos a tudo isto.
Assim Espírito é vida em sua fonte onde existe em sua pureza, sua plenitude, seu pleno potencial e grandeza, e não como se configura em qualquer forma condicionada.
Talvez possamos então chamá-lo de elixir da vida.
Uma partícula de poeira é matéria, mas ali também há Espírito.
Eles coexistem, ambos são eternos, unos e auto-existentes, mas em cada ponto o significado, a beleza, a maravilha que é manifestada pertence ao Espírito.
A natureza do Espírito deve ser percebida no significado que a coisa viva torna manifesto.
Se em toda parte há vida latente ou ativa, tudo que podemos ver ou tocar deve ter a sua qualidade-de-vida, por mais débil que seja.
Ela também foi chamada de ciência do Eu. Mas quando o eu no sentido comum desaparece, então há a vida surgindo em seu lugar, em todo o seu caráter extraordinário, sua beleza, sua profundidade, sua inteligência.\n\nSe em toda parte há vida latente ou ativa, tudo que podemos ver ou tocar deve ter a sua qualidade-de-vida, por mais débil que seja.
— Em Busca da Sabedoria — N. Sri Ram
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