Esqueci que era filho de reis,
E servi a seu rei;
E esqueci a pérola,
Para a qual meus pais me haviam enviado,
E por causa do peso de suas . . .
Eu jazia em profundo sono.
Mas todas essas coisas que me aconteceram,
Meus pais perceberam e se entristeceram por mim;
Levanta-te e desperta do teu sono,
E ouve as palavras de nossa carta!
Lembra-te de que és um filho de reis!
Vê a escravidão — a quem serves!
Lembra-te da pérola
Para a qual te apressaste ao Egito!
Lembrei-me de que era filho de reis, E minha alma livre ansiou por seu estado natural.
E sua veste imunda e impura despi, e deixei-a em sua terra, E tomei meu caminho direto para chegar À luz do nosso lar, o Oriente.
E minha túnica resplandecente, que eu havia despido… De súbito, ao fitá-la, A vestimenta pareceu-me como um espelho de mim mesmo. Vi-a toda em meu eu inteiro; além disso, fitei meu eu inteiro ao (fitar) ela. Pois éramos dois em distinção, E ainda assim um em uma só semelhança.
Lembra-te de que és um filho de reis! Vê a escravidão — a quem serves! Lembra-te da pérola para a qual te apressaste ao Egito! Pois éramos dois em distinção, e ainda assim um em uma só semelhança.
— Fragmentos de uma Fé Esquecida — G.R.S. Mead
📖 Continuar lendo o texto original
Abrir na Biblioteca Teosófica
📬 Receba esses conteúdos por email: GET HERMES no Google Groups