Em torno deles gira a tão longamente disputada questão do Nirvana, pois tudo o que eles são não foi distintamente considerado nela. Pois, se a visão de Max Müller sobre o Nirvana, de que é aniquilação, estiver correta, então um Nirmanakaya é uma impossibilidade.
Paradoxalmente falando, eles estão dentro e fora desse estado ao mesmo tempo.
Eles são possuidores do Nirvana que se recusam a aceitá-lo a fim de poderem ajudar o órfão sofredor, a Humanidade.
Eles seguiram a injunção do Livro dos Preceitos Dourados: “Sai da luz do sol para a sombra, para dar mais espaço aos outros.” Maior parte é tomada na história das nações pelos Nirmanakayas do que qualquer um supõe.
E tais protegidos raramente sabem que tal influência está ao seu redor, especialmente no século XIX.
Reconhecimento e apreciação de tão grande assistência não são exigidos pelos Nirmanakayas, que trabalham atrás do véu e preparam o material para um fim definido.
Como Patanjali o coloca, “Em todos esses corpos, uma mente é a causa motriz.”
Eles são possuidores do Nirvana que se recusam a aceitá-lo a fim de poderem ajudar o órfão sofredor, a Humanidade. Eles seguiram a injunção do Livro dos Preceitos Dourados: “Sai da luz do sol para a sombra, para dar mais espaço aos outros.”
— Ecos do Oriente — William Q. Judge
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