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A Equanimidade da Natureza na Evolução da Alma

Nem isso deve nos afligir, como se alguns tivessem sido indevidamente favorecidos e outros indevidamente sobrecarregados para a luta da vida.

A alma mais excelsa teve sua infância e seu período de berço, ainda que em mundos anteriores, onde outras almas estavam tão acima dela quanto outras estão abaixo dela agora; a alma mais inferior há de ascender até onde as nossas mais elevadas se encontram, e almas ainda não nascidas ocuparão o seu atual lugar na evolução.

As coisas parecem injustas porque arrancamos o nosso mundo do seu lugar na evolução e o isolamos, sem precursores e sem sucessores.

É a nossa ignorância que vê a injustiça; os caminhos da Natureza são equânimes, e ela traz a todos os seus filhos a infância, a meninice e a maturidade.

Não é culpa dela se a nossa loucura exige que todas as almas ocupem o mesmo estágio de evolução ao mesmo tempo, e clama: “Injusto!” se a exigência não for cumprida.

É a nossa ignorância que vê a injustiça; os caminhos da Natureza são equânimes, e ela traz a todos os seus filhos a infância, a meninice e a maturidade. A alma mais excelsa teve sua infância e seu período de berço, ainda que em mundos anteriores.

— A Sabedoria Antiga — Annie Besant

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