Em cada criatura humana reside latente, na parte involicional do ser, uma quantidade suficiente do onisciente, do absoluto.
Para induzir o absoluto latente, que é a parte involicional do nosso ser consciente volicional, a se manifestar, é essencial que a parte volicional do nosso ser se torne latente.
Após a purificação preparatória das depravações adquiridas, uma espécie de introversão tem de ocorrer; o involicional tem de se tornar volicional, pelo volicional tornar-se involicional.
Quando o consciente se torna semi-inconsciente, o que para nós era anteriormente inconsciente torna-se plenamente consciente.
A partícula do onisciente que está dentro de nós, o princípio vital e crescente, insone, involicional, oculto ou feminino, sendo permitido expressar-se no volicional, mental, manifesto, ou parte masculina do ser humano, enquanto esta última permanece em um estado de perfeita passividade, as duas partes anteriormente separadas tornam-se reunidas como um único ser santo (inteiramente) perfeito, e então a manifestação divina é inevitável.
A partícula do onisciente que está dentro de nós, o princípio vital e crescente, insone, involicional, oculto ou feminino, sendo permitido expressar-se no volicional, mental, manifesto, ou parte masculina do ser humano, enquanto esta última permanece em um estado de perfeita passividade, as duas partes anteriormente separadas tornam-se reunidas como um único ser santo (inteiramente) perfeito, e então a manifestação divina é inevitável.
— Escritos Compilados Vol. 3 — H.P. Blavatsky
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