Todos nós, embora na maior parte não tenhamos dado por isso, vivemos no seio de um vasto, invisível e populoso mundo. Quando, por ocasião dessa transição a que vulgarmente chamamos morte, o homem se despoja totalmente do corpo físico, é nesse mundo invisível que ele ingressa e lá fica vivendo durante os longos séculos que medeiam entre as suas encarnações nesta existência terrestre. A primeira idéia a fixar nessa descrição é a absoluta realidade do plano astral. O plano astral existe. Ninguém pode ter uma compreensão nítida das doutrinas da Religião-Sabedoria, se não souber e não compreender conscientemente que no nosso sistema solar existem planos perfeitamente definidos, cada um formado pela sua matéria de diferentes graus de densidade, e que alguns desses planos estão abertos à visita e à observação dos que conseguiram obter os requisitos necessários para isso, exatamente como qualquer país estrangeiro está ao alcance do turista.
Todos nós vivemos no seio de um vasto, invisível e populoso mundo. Ao morrer, o homem se despoja do corpo físico e ingressa nesse mundo invisível, onde permanece durante os longos séculos entre as encarnações. A primeira idéia a fixar nessa descrição é a absoluta realidade do plano astral.
— O Plano Astral — C.W. Leadbeater
📖 Continuar lendo o texto original
Ler o trecho no App Teosofia
📬 Receba esses conteúdos por email: GET HERMES no Google Groups