Que eles saibam de uma vez por todas e lembrem sempre que o verdadeiro Ocultismo ou Teosofia é a “Grande Renúncia ao eu”, incondicional e absolutamente, tanto em pensamento como em ação.
É ALTRUÍMO, e também lança aquele que o pratica totalmente para fora do cômputo das fileiras dos vivos.
“Não para si, mas para o mundo, ele vive”, tão logo tenha comprometido a si mesmo com a obra.
Muito é perdoado durante os primeiros anos de provação.
Mas tão logo seja ele “aceito”, sua personalidade tem de desaparecer, e ele tem de se tornar uma mera força benéfica da Natureza.
Depois disso só há dois pólos opostos perante ele, duas sendas e nenhum lugar intermediário para descanso.
Ou ele ascende trabalhando com afinco, degrau por degrau, geralmente através de numerosas encarnações e sem intervalo para repouso no Devachan, à escada de ouro que leva à condição de Mahatma (a condição de Arhat ou Bodhisattva), – ou ele se permitirá escorregar escada abaixo ao primeiro passo dado em falso, e despencar até a condição de Dugpa… Tudo isso ou é desconhecido ou totalmente deixado de lado.
Mas tão logo seja ele “aceito”, sua personalidade tem de desaparecer, e ele tem de se tornar uma mera força benéfica da Natureza. Depois disso só há dois pólos opostos perante ele, duas sendas e nenhum lugar intermediário para descanso.
— Ocultismo Prático — H.P. Blavatsky
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