Muito da sabedoria antiga foi deixado cair no esquecimento, e assim alguns dos verdadeiros segredos foram perdidos para o grande corpo dos Irmãos.
Mas entre os Hierofantes da Grande Fraternidade Branca os verdadeiros segredos foram sempre preservados, e eles sempre recompensarão a busca do Maçom verdadeiramente sincero.
Nós, destas sub-raças posteriores, podemos provar-nos tão altruístas e capazes de um trabalho tão bom para nossos semelhantes quanto o foram os povos de outrora.
Na verdade, nós mesmos bem podemos ser aqueles homens de outrora, retornados em novos corpos, trazendo conosco a antiga atração pela forma de fé e trabalho que então tão bem conhecíamos.
Tentemos reviver, sob estas condições tão diferentes, o espírito indomável que nos distinguiu há tanto tempo.
Contudo, estou certo de que há muitos que responderão ao chamado do Mestre e se apresentarão para se unirem na preparação do caminho para aqueles que hão de vir.
114. Outra interpretação do símbolo pelos egípcios era particularmente bela, e todos os Irmãos acharão digna de recordação sempre que seus olhos incidirem sobre ela. As três colunas, representando sabedoria, força e beleza, dizia-se que se erguiam ao redor do trono de Deus, que era o próprio altar, o qual tomavam por significar o amor.
Assim, o círculo descreve o amor de Deus, e as duas linhas que o limitam são as linhas do dever e do destino ou, para colocar a ideia em termos orientais, do dharma e do karma.
Dizia-se que, enquanto um M.M. se mantivesse dentro do círculo do amor divino, e limitasse suas ações pelo dever e pelo destino, não poderia errar.
Dizia-se que, enquanto um M.M. se mantivesse dentro do círculo do amor divino, e limitasse suas ações pelo dever e pelo destino, não poderia errar.
— A Vida Oculta na Maçonaria — C.W. Leadbeater
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