Quanto mais a buscamos, mais a descobriremos. À medida que alcançamos plano após plano, a ouviremos de forma mais grandiosa e mais plena.”>Diz-se aqui que mesmo agora podemos formar uma vaga ideia, podemos ver algum reflexo obscuro do esplendor do todo, porque esta canção da vida está dentro de nós, e se olharmos bem fundo, a encontraremos. Temos o espírito divino, o sopro divino dentro de nós. Ele está incrustado pelo que chamamos de nossa natureza humana, e assim a melodia não atravessa prontamente — a centelha arde baixa.”>Mas ela está lá, e essa centelha nunca está separada, como pensávamos. Ela é sempre parte da totalidade da chama divina, e nosso dever é tornar esses eus inferiores lâmpadas através das quais ela possa brilhar.”>Há sempre dentro de nós uma manifestação do divino que não é maculada ou de qualquer forma obscurecida por sua associação com a matéria.”>Sempre existe essa manifestação, absolutamente imaculada, sem nuvens, intocada; se pudermos realizar mesmo um pouco de nossa unidade com ela, sentir que isso é “eu”, ouviremos a canção da vida sempre.”>Por mais que estejamos cercados pela luta e pelo choque dos mundos inferiores, essa canção será sempre entoada dentro de nós; faremos nosso trabalho no mundo exterior em paz e contentamento absolutos, porque sabemos que dentro está a única verdade real e todo o resto é meramente uma manifestação temporária.
Temos o espírito divino, o sopro divino dentro de nós. Ele está incrustado pelo que chamamos de nossa natureza humana, e assim a melodia não atravessa prontamente — a centelha arde baixa. Mas ela está lá, e essa centelha nunca está separada, como pensávamos.
— Conversas sobre a Senda do Ocultismo Vol. 3 — Annie Besant e C.W. Leadbeater
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