A simplicidade está numa aproximação direta e não complicada tanto a pessoas como a coisas, de maneira que nós as vejamos e as encontremos como elas são. Somente uma mente simples pode compreender e resolver as complexidades.
Do ponto de vista da Vida, que é divina, a essência da simplicidade, neste mundo completo e multivariado, está na verdade de suas expressões.
Simplicidade é uma clara separação entre as coisas essenciais e as não essenciais, entre o verdadeiro e o falso, e uma perfeita integração de pensamento e sentimento.
Aquilo que é simples não é suscetível a nenhuma ação externa. Aquele que é simples de coração não é afetado por injúrias.
Humildade não é mera consciência de nossas pequenezas, o que poderia ser apenas um sentimento de desapontamento por não sermos tão importantes como desejaríamos ser, nem é autodepreciação. Ao contrário, é a erradicação de toda a presunção, de forma que nos tornemos doces e belos, tenhamos uma abertura de mente e coração e sintamos um respeito realmente profundo pelo outro, quem quer que ele seja, baseado no reconhecimento de sua Divindade.
Ser simples em propósitos é ser direto, um curso natural que adapta o meio ao fim, para assim mover-se adiante com economia de esforços.
Devemos estar ocupados tentando conhecer a nós mesmos, o que significa desapegarmo-nos e simplificar a nós mesmos.
A simplicidade que reduz tudo aos seus valores essenciais é a marca do homem espiritual. Ela é discernimento entre o essencial e o não essencial.
Humildade não é mera consciência de nossas pequenezas. Ao contrário, é a erradicação de toda a presunção, de forma que nos tornemos doces e belos e sintamos um respeito realmente profundo pelo outro, baseado no reconhecimento de sua Divindade.
— Pensamentos para Aspirantes ao Caminho Espiritual — N. Sri Ram
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