É interessante, é claro, notar também a diferença, pois a atenção do cientista está fixada no limite (a forma), enquanto o Teosofista concentra-se na vida ou no ‘fluido’ que flui para dentro e para fora do nosso espaço físico.
É este passo — a aceitação de um fluido ou força, seja discreto ou não, que faz os buracos no éter — que não foi aceito pela ciência, e provavelmente não será aceito por algum tempo. O elétron, provavelmente, não está exatamente além das fronteiras do plano físico, mas o próximo passo da ciência deve levar até lá, pois atualmente ela está lidando com os níveis etéricos do físico — um avanço que só foi feito desde a descoberta da radioatividade — ou, em outras palavras, a ciência, no estudo da radioatividade, está realmente lidando com matéria etérica.
Minha ideia no momento é que a pressão da vontade divina de se manifestar está em toda parte no “super-éter”, mas só pode se mostrar quando entra em contato com a atmosfera astral ao redor de nossa Terra, onde está continuamente produzindo elétrons, que descem espiraladamente pelas linhas de força, ou surgem dentro de um átomo como o de Urânio.
Deve-se sempre lembrar que uma força que se manifesta como um fluido homogêneo em um nível sempre será encontrada como granular em sua constituição, quando examinada com um poder de ampliação suficientemente alto.
A atenção do cientista está fixada no limite, na forma, enquanto o Teosofista concentra-se na vida que flui. A pressão da vontade divina de se manifestar está em toda parte, aguardando o contato que a desperta.
— A Ciência da Vidência — Geoffrey Hodson
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