Com o Pralaya o deus tribal desaparece, e Brahmā e todos os outros Devas e os deuses se fundem no Absoluto.
Por esta razão os ocultistas não os adoram nem lhes oferecem orações, porque, se o fizéssemos, deveríamos adorar a muitos deuses ou fazer preces ao Absoluto, o qual, não tendo atributos, não pode ter ouvidos para nos ouvir.
Aquele que adora a muitos deuses, necessariamente deve ser injusto para com todos os outros deuses; e por mais que ele estenda sua adoração, é simplesmente impossível para ele adorar a cada um separadamente; e em sua ignorância, se escolhe algum em particular, de modo algum sabe escolher o mais perfeito.
Portanto, ele faria muito melhor se recordasse que todo homem tem um deus dentro de si, um raio direto do Absoluto, o raio celestial do Único; que tem seu “deus” dentro de e não fora, de si.
Aquele que adora a muitos deuses, necessariamente deve ser injusto para com todos os outros deuses; e por mais que ele estenda sua adoração, é simplesmente impossível para ele adorar a cada um separadamente. Portanto, ele faria muito melhor se recordasse que todo homem tem um deus dentro de si, um raio direto do Absoluto, o raio celestial do Único; que tem seu “deus” dentro de e não fora, de si.
— Comentários sobre A Doutrina Secreta — H.P. Blavatsky
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