Jiva, vivente; o princípio da vida; o princípio vital no corpo material; mônada; alma individual; o nome adotado no Budismo Esotérico para um dos sete princípios humanos.
Há, ensina-se, três classes de jivas, ou almas: primeiro, nityas, aqueles que gozam permanentemente de bem-aventurança suprema e nunca estão sujeitos à matéria ou ao karma; segundo, muktas, aqueles que alcançaram a bem-aventurança suprema e estão livres de todas as misérias e da necessidade de reencarnação; terceiro, baddhas, que estão sujeitos a todo karma e às misérias decorrentes da conexão com a matéria.
Karma, a lei da harmonia universal, ou a força autoajustável da natureza que restaura a harmonia perturbada pela ação; a equação autoimpositiva da ação—causa e efeito em sucessão interminável; a lei moral de compensação, operando para produzir todas as condições de vida, miséria e felicidade, nascimento, morte e renascimento, sendo ela mesma tanto causa quanto efeito, ação e efeito da ação, a recompensadora do bem e a punidora do mal, e estando sempre em operação, envolvendo todos os mundos até o de Brahma.
Moksha, salvação; libertação completa da existência condicionada e gozo da bem-aventurança suprema. Aqueles que a alcançam podem reencarnar na terra para ajudar a humanidade, mas ao fazê-lo não estão sujeitos ao karma ou às condições da matéria, e retornam a moksha quando seu termo de reencarnação voluntária termina.
Nirvana, a extinção do desejo; o reino da paz inefável; aniquilação das ilusões da matéria; repouso consciente na onisciência.
Karma, a lei da harmonia universal, ou a força autoajustável da natureza que restaura a harmonia perturbada pela ação. Moksha, salvação; libertação completa da existência condicionada e gozo da bem-aventurança suprema.
— Glossário para Estudantes de Teosofia — William Q. Judge
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