Que há segredos temíveis na natureza, bem se pode acreditar quando, como vimos no caso do Znachar russo, o feiticeiro não pode morrer até ter passado a palavra a outro, e os hierofantes da Magia Branca raramente o fazem. Parece que o temível poder da Palavra só poderia ser confiado a um homem de um certo distrito ou grupo de pessoas de cada vez.
Quando o Brahmâtma estava prestes a deixar de lado o fardo da existência física, ele transmitiu seu segredo ao seu sucessor, seja oralmente, seja por um escrito colocado em um cofre firmemente fechado que ia para as mãos deste último apenas.
Como fogos de sinalização dos tempos antigos, que, acesos e extintos alternadamente em um topo de colina após outro, transmitiam inteligência ao longo de toda uma extensão de país, assim vemos uma longa linhagem de sábios desde o início da história até os nossos tempos comunicando a palavra de sabedoria aos seus sucessores diretos.
Passando de vidente a vidente, a Palavra brilha como relâmpago e, enquanto leva o iniciador para longe da vista humana para sempre, traz o novo iniciado à vista.
Como fogos de sinalização dos tempos antigos, que, acesos e extintos alternadamente em um topo de colina após outro, transmitiam inteligência ao longo de toda uma extensão de país, assim vemos uma longa linhagem de sábios desde o início da história até os nossos tempos comunicando a palavra de sabedoria aos seus sucessores diretos. Passando de vidente a vidente, a Palavra brilha como relâmpago e, enquanto leva o iniciador para longe da vista humana para sempre, traz o novo iniciado à vista.
— Ísis Sem Véu Vol. 2 — H.P. Blavatsky
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