“É, portanto, o grande desejo de todos os seres que seriam libertados das dores do nascimento sucessivo buscar a destruição da causa moral — o apego aos objetos existentes, ou o desejo mau.” Aqueles em quem o desejo mau está inteiramente destruído são chamados Arhats. A liberdade do desejo mau assegura a posse de um poder miraculoso.
Na sua morte, o Arhat nunca reencarna; ele invariavelmente alcança o Nirvana — palavra, aliás, falsamente interpretada pelos eruditos cristãos e comentadores céticos.
O Nirvana é o mundo da causa, no qual todos os efeitos enganosos ou ilusões dos nossos sentidos desaparecem.
O Nirvana é a esfera mais elevada que se pode alcançar.
O que Buda ensinou no século VI a.C., na Índia, Pitágoras ensinou no século V, na Grécia e na Itália.
A liberdade do desejo mau assegura a posse de um poder miraculoso. O Nirvana é o mundo da causa, no qual todos os efeitos enganosos ou ilusões dos nossos sentidos desaparecem.
— Ísis Sem Véu Vol. 1 — H.P. Blavatsky
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