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O eu limitado que se sacrifica no altar da obra universal

Quanto mais um homem se despoja de sua natureza impulsiva, tanto menos pronunciada se torna a primeira parte da aura. A segunda vai então aumentando cada vez mais e preenchendo continuamente, com sua força luminosa, o corpo colorido dentro do qual vive o homem físico. E quanto mais o homem se comprova como ‘servidor do eterno’, mais se evidencia a maravilhosa terceira aura, aquela parte que testemunha até que ponto ele se tornou um cidadão do mundo espiritual;

pois o Eu Divino irradia através dessa parte da aura humana para o mundo terreno.

Na proporçao em que os homens apresentam essa aura, eles constituem chamas por meio das quais a Divindade ilumina este mundo.

Por intermédio dessa parte da aura eles demonstram até que ponto sabem viver não para si, mas para o eternamente verdadeiro, o nobremente belo e bom

— até que ponto se empenharam para que seu eu limitado se sacrifique no altar da grande obra universal.

E quanto mais o homem se comprova como ‘servidor do eterno’, mais se evidencia a maravilhosa terceira aura, aquela parte que testemunha até que ponto ele se tornou um cidadão do mundo espiritual; pois o Eu Divino irradia através dessa parte da aura humana para o mundo terreno. Na proporçao em que os homens apresentam essa aura, eles constituem chamas por meio das quais a Divindade ilumina este mundo. Por intermédio dessa parte da aura eles demonstram até que ponto sabem viver não para si, mas para o eternamente verdadeiro, o nobremente belo e bom — até que ponto se empenharam para que seu eu limitado se sacrifique no altar da grande obra universal.

— Teosofia — Rudolf Steiner

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