No terceiro estágio, o homem definitivamente toma sua natureza e destino em suas próprias mãos.
Ao fazer isso, o teste que ele aplica aos sistemas autoritativos que até então lhe foram oferecidos como a solução para o problema de sua própria natureza, com o qual agora ele está face a face, é simplesmente o teste de sua própria experiência.
Nenhum outro teste realmente existe para ninguém.
Onde, então, começou o presente indivíduo suas experiências — aquelas experiências que lhe permitem ser o que é hoje? O que o torna um indivíduo de todo: algo, a saber, separado e distinto? Quanto mais examinamos estas e questões semelhantes, mais descobriremos que nossas distinções artificiais, baseadas na mera aparência das coisas, se desfazem; e o indivíduo deve, em última instância, reivindicar não meramente sua relação com o Todo, mas sua identidade com ele.
Assim, o indivíduo, na busca pela realidade de sua própria vida e consciência, descobre que essa realidade sempre parece evadir-se dele, porque reside sempre em algo mais adiante, algo maior, algo ainda a ser alcançado.
No terceiro estágio, o homem definitivamente toma sua natureza e destino em suas próprias mãos. O teste que ele aplica é simplesmente o teste de sua própria experiência. O indivíduo deve reivindicar não meramente sua relação com o Todo, mas sua identidade com ele.
— Idealismo Científico — William Kingsland
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