Ainda aqui é possível que o termo intraduzível Sat (a Seidade) dê lugar novamente a uma concepção errônea, pois o que é manifestado não pode ser Sat, mas algo fenomenal, não eterno, e em verdade nem mesmo sempiterno.
É coevo e coexistente com a Vida Una, “Sem Segundo”; mas, como manifestação, é ainda Mâyâ, tal qual o resto.
Este “Mundo da Verdade”, segundo o Comentário, não pode ser descrito senão como “uma estrela resplandecente, que se desprende do Coração da Eternidade: o farol da esperança, de cujos Sete Raios pendem os Sete Mundos do Ser”. Verdadeiramente é assim, uma vez que são as Sete Luzes cujos reflexos constituem as imortais Mônadas humanas, o Âtmâ, ou o Espírito radiante de toda criatura pertencente à família humana.
Primeiro essa Luz Setenária; depois o “Mundo Divino” — as inumeráveis luzes acesas na Luz primordial — os Buddhis, ou Almas Divinas sem forma, do último Mundo Arûpa (sem forma); a “Soma Total” na linguagem misteriosa da velha Estância.
Verdadeiramente é assim, uma vez que são as Sete Luzes cujos reflexos constituem as imortais Mônadas humanas, o Âtmâ, ou o Espírito radiante de toda criatura pertencente à família humana.
— A Doutrina Secreta Vol. 1 — H.P. Blavatsky
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