Imagine uma lâmpada elétrica acesa, suspensa dentro de um tanque cheio de água cristalina.
Se a água for agitada violentamente por meio de um aparato mecânico, formar-se-ão figuras diversas em torno da lâmpada. O que acontece com a própria lâmpada? Ela desaparecerá da vista.
À medida que as figuras forem se desvanecendo, a lâmpada se tornará cada vez mais visível. E quando a água ficar em repouso, ver-se-á apenas a lâmpada.
Este símile ilustra, de modo um tanto cru, tanto a identificação da consciência do Purusa com as modificações da mente, como a reversão ao seu próprio estado não modificado quando a mente recupera a quietude.
A mente pode aquietar-se por meio de uma completa extinção dos desejos, o qual se alcança pela ‘entrega de si mesmo a Isvara’, ou por meio da prática do Samadhi.
O resultado é o mesmo em ambos os casos: Iluminação e Libertação.
À medida que as figuras forem se desvanecendo, a lâmpada se tornará cada vez mais visível. E quando a água ficar em repouso, ver-se-á apenas a lâmpada. O resultado é o mesmo em ambos os casos: Iluminação e Libertação.
— A Ciência do Yoga (Espanhol) — I.K. Taimni
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