A ciência considera o homem como uma agregação de átomos temporariamente unidos por uma força misteriosa chamada princípio vital.
Para o materialista, a única diferença entre um corpo vivo e um morto é que, num caso, essa força está ativa, no outro, latente.
Essa dispersão deve ser a morte, se é possível conceber tal coisa como morte, onde as próprias moléculas do corpo morto manifestam uma intensa energia vital.
Os cabalistas dizem que um homem não está morto quando seu corpo é sepultado.
A morte nunca é súbita; pois, segundo Hermes, nada na natureza ocorre por transições violentas.
Tudo é gradual, e assim como foi necessário um longo e gradual desenvolvimento para produzir o ser humano vivo, também é necessário tempo para retirar completamente a vitalidade do cadáver.
“A morte não pode ser mais um fim absoluto do que o nascimento é um começo real.
O nascimento prova a pré-existência do ser, assim como a morte prova a imortalidade,” diz o mesmo cabalista francês.
A morte nunca é súbita; pois, segundo Hermes, nada na natureza ocorre por transições violentas. “A morte não pode ser mais um fim absoluto do que o nascimento é um começo real. O nascimento prova a pré-existência do ser, assim como a morte prova a imortalidade.”
— Ísis Sem Véu Vol. 1 — H.P. Blavatsky
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