HÁ um estágio na evolução humana que precede imediatamente a meta do esforço humano, e quando esse estágio é atravessado, o homem, como homem, nada mais tem a realizar.
Ele se tornou perfeito; sua carreira humana está encerrada.
As grandes religiões conferem a este Homem Perfeito diferentes nomes, mas, qualquer que seja o nome, a mesma ideia está subjacente; Ele é Mitra, Osíris, Krishna, Buda, Cristo – mas Ele sempre simboliza o Homem tornado perfeito.
Ele não pertence a uma única religião, a uma única nação, a uma única família humana; Ele não é sufocado nos invólucros de um único credo; em toda parte Ele é o mais nobre, o mais perfeito ideal.
Toda religião O proclama; todos os credos têm n’Ele sua justificação; Ele é o ideal para o qual toda crença se esforça, e cada religião cumpre efetivamente sua missão segundo a clareza com que ilumina, e a precisão com que ensina o caminho pelo qual Ele pode ser alcançado.
O que nós somos, Eles foram; o que Eles são, nós seremos. Todos os filhos dos homens podem fazer o que um Filho do Homem realizou, e vemos nEles a garantia do nosso próprio triunfo; o desenvolvimento de igual divindade em nós é apenas uma questão de evolução.
O que nós somos, Eles foram; o que Eles são, nós seremos. Todos os filhos dos homens podem fazer o que um Filho do Homem realizou, e vemos nEles a garantia do nosso próprio triunfo.
— A Vida Espiritual Vol. II — Annie Besant
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