A fábula é profundamente significativa e muito profunda. É exatamente ao ponto, e seu autor foi inspirado — os restos mutilados do “Instrumento” respondem por isso, embora seus endossos agora sejam de pouca, se é que alguma, utilidade.
E a “fábula” deveria ser lida por todo teosofista, todo membro da nunca “Sociedade Harmônica”, e meditada.
Mas o “Gênio das Esferas” pretende recolher os pedaços mutilados do instrumento mais uma vez e colá-los como só Ele pode. Nenhum violino é tocado melhor, nenhum emite sons mais musicais do que aquele que foi quebrado e consertado.
O Paganini do Stradivarius quebrado ainda está vivo e Ele tocará nele novamente, mas apenas para aqueles poucos que “afinarem suas almas de fato com a música das Esferas”. O instrumento pertencerá a esses e não terá “Guardião”. Quantos desses poucos restarão? O tempo logo dirá.
Nenhum violino é tocado melhor, nenhum emite sons mais musicais do que aquele que foi quebrado e consertado. O instrumento pertencerá a esses e não terá “Guardião”. Quantos desses poucos restarão? O tempo logo dirá.
— Escritos Compilados Vol. 7 — H.P. Blavatsky
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