O paradoxo pareceria ser a linguagem natural do ocultismo.
E o paradoxo não é apenas em palavras, mas em ação, na própria conduta da vida.
Os paradoxos do ocultismo devem ser vividos, não apenas proferidos.
Aqui reside um grande perigo, pois é muito fácil perder-se na contemplação intelectual do caminho e, assim, esquecer que a estrada só pode ser conhecida trilhando-a.
Ele aprende que o alfa e o ômega, o princípio e o fim da vida é o altruísmo; e sente a verdade do ditado de que somente na profunda inconsciência do esquecimento de si mesmo a verdade e a realidade do ser podem se revelar ao seu coração anelante.
O estudante aprende que esta é a única lei do ocultismo, ao mesmo tempo a ciência e a arte de viver, o guia para a meta que deseja alcançar.
Ele aprende que o alfa e o ômega, o princípio e o fim da vida é o altruísmo; e sente a verdade do ditado de que somente na profunda inconsciência do esquecimento de si mesmo a verdade e a realidade do ser podem se revelar ao seu coração anelante. O estudante aprende que esta é a única lei do ocultismo, ao mesmo tempo a ciência e a arte de viver, o guia para a meta que deseja alcançar.
— Escritos Compilados Vol. 8 — H.P. Blavatsky
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