Vós compreendereis facilmente o que se entende pelo único e exclusivo “elemento” ou princípio no universo, e esse andrógino — a serpente de sete cabeças ou Manda de Vishnu, o Naga ao redor de Buda, o grande dragão da eternidade de cujas emanações surgem mundos, seres e coisas; compreendereis a razão pela qual o primeiro filósofo proclamou tudo como Maya, exceto aquele único princípio que repousa durante os Mahapralayas ou as noites de Brahma.
Agora pensai que o Naga desperta.
Começai pianíssimo, crescendo a partir da primeira tecla, e tendo golpeado fortíssimo na última nota, retornai diminuendo, extraindo da vossa última nota um som quase imperceptível.
A primeira e a última notas vos representarão a primeira e a última esferas no ciclo de evolução.
Aquela que golpeastes uma vez é o nosso planeta.
As sete vogais entoadas pelos sacerdotes egípcios aos sete raios do sol nascente, às quais Mêmnon respondia, significavam apenas isso.
O princípio da vida única, quando em ação, percorre circuitos, assim como é conhecido na ciência física.
Tudo é uma única lei — o homem tem seus sete princípios, cujos germes ele traz consigo ao nascer.
Assim também uma planta ou um mundo.
O princípio da vida única, quando em ação, percorre circuitos, assim como é conhecido na ciência física. Tudo é uma única lei — o homem tem seus sete princípios, cujos germes ele traz consigo ao nascer.
— Os Primeiros Ensinamentos dos Mestres 1881-1883 — C. Jinarajadasa
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