1888. Em seu Diary, anota o Coronel Olcott a 9 de janeiro: “H.P.B. recebe do (Mestre M)13 o plano para sua ‘Doutrina Secreta’. É excelente.
Foi neste ano que o Mestre K. H. escreveu16: “A DOUTRINA SECRETA, quando estiver pronta, será uma tríplice produção de M…. Upasika e minha17.”
A conspiração Coulomb obrigou H. P. B. a partir de Adyar para a Europa em março, levando consigo o precioso manuscrito.
“revelaria ao mundo tanto da doutrina esotérica quanto era possível fazê-lo no estádio atual da evolução humana”. Acrescentou H.P.B. que “não seria senão no próximo século que os homens começariam a compreender e discutir o livro de maneira inteligente18”. À Condessa “foi confiada a tarefa de preparar cópias nítidas do manuscrito de H.P.B19.” Ela descreve a profunda mágoa de H.P.B. causada pelo
Relatório da Sociedade de Investigações Psíquicas, e como isto influiu em seu trabalho, obrigando-a a escrever dozes vezes uma página que não conseguia redigir corretamente devido ao estado perturbado de sua mente20.
Foi também tentada com o oferecimento de alta remuneração, se consentisse em
escrever para jornais russos, sobre qualquer tema de sua escolha.
Ela recusou, declarando que “para elaborar uma obra como A DOUTRINA SECRETA devo ter a mente concentrada inteiramente nesse objetivo23”. “Dia após dia ela tinha que permanecer ali sentada escrevendo durante longas horas…24”
Ela descreve a profunda mágoa de H.P.B. causada pelo Relatório da Sociedade de Investigações Psíquicas, e como isto influiu em seu trabalho, obrigando-a a escrever dozes vezes uma página que não conseguia redigir corretamente devido ao estado perturbado de sua mente20.
— A Doutrina Secreta Vol. 1 — H.P. Blavatsky
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