A verdadeira vida do homem é paz em identidade com o Supremo Espírito.
Esta vida não é trazida à existência por qualquer ato nosso, é uma realidade, “a verdade”, e é completamente independente de nós.
A compreensão da irrealidade de tudo que parece se opor a esta verdade é uma nova consciência e não uma ação.
A libertação do homem não está de modo algum relacionada às suas ações.
Na medida em que as ações promovem a compreensão de nossa total inabilidade para emancipar a nós mesmos da existência condicionada, elas são úteis; após a compreensão desse estágio, as ações se tornam mais obstáculos do que auxílio.
Aqueles que trabalham em obediência aos mandamentos Divinos, sabendo que o poder para assim trabalhar é um dom de Deus, e que não é uma parte da natureza autoconsciente do homem, alcançam a liberdade em relação à necessidade de ação.
E então o coração puro é preenchido pela verdade, e é percebida a identidade com a Deidade.
A verdadeira vida do homem é paz em identidade com o Supremo Espírito. A libertação do homem não está de modo algum relacionada às suas ações. E então o coração puro é preenchido pela verdade, e é percebida a identidade com a Deidade.
— Ocultismo Prático — H. P. Blavatsky
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