Agora, apesar de não existirem duas pessoas que possam ver as coisas e os objetos exatamente da mesma maneira, e de cada um de nós vê-las do seu modo, no entanto, todos estamos sujeitos mais ou menos a ilusões, e em especial à Grande Ilusão (Māyā) de que, como personalidades, somos seres distintos dos outros seres, e que mesmo nossos Eus ou Egos seguirão como tais na eternidade (ou, de qualquer maneira, na sempiternidade; enquanto que não somente nós, mas também todo o Universo visível e invisível, somos apenas partes transitórias do TODO UNO sem princípio nem fim, ou d’Aquilo que sempre foi, é e será.
Neste sentido de separatividade está a raiz de todo mal.
Māyā, segundo a concepção do hindu ortodoxo, é muito distinta de Māyā para um idealista vedantino ou um ocultista.
A Vedanta declara que Māyā, ou a enganadora influência da ilusão, só constitui a crença na real existência da matéria ou de qualquer coisa diferenciada.
Neste sentido de separatividade está a raiz de todo mal. Māyā, segundo a concepção do hindu ortodoxo, é muito distinta de Māyā para um idealista vedantino ou um ocultista. A Vedanta declara que Māyā, ou a enganadora influência da ilusão, só constitui a crença na real existência da matéria ou de qualquer coisa diferenciada.
— Comentários sobre A Doutrina Secreta — H.P. Blavatsky
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