“ACASO”
O acaso existe ou tudo tem um propósito? Reflita sobre o significado do acaso na espiritualidade e como ele se conecta ao destino.
O acaso existe ou tudo tem um propósito? Reflita sobre o significado do acaso na espiritualidade e como ele se conecta ao destino.
Brasil espiritual: entenda por que somos o país mais diverso do mundo, com sincretismo, matrizes africanas, indígenas e cristãs em harmonia única.
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SUPERSTIÇÃO 📚 Escritos Compilados de Helena Petrovna Blavatsky SUPERSTIÇÃO Volume: 3/15 | Páginas originais: 317-322 Fonte: Blavatsky, H.P. Collected Writings, Volume III, Theosophical Publishing House Devido aos relatos fantasiosos de viajantes superficiais e preconceituosos, à sua total ignorância das religiões asiáticas e, muito frequentemente, das suas próprias — as nações ocidentais geralmente laboram sob a … Ler mais
Cada grão de areia, cada rocha e cada ser carrega em si uma centelha divina — essa é a perspectiva teosófica que questiona a visão materialista de um universo morto. O vídeo convida a enxergar toda a manifestação como expressão viva do Absoluto, onde matéria e espírito são inseparáveis.
Como a Serenidade se Conquista Antes da Tormenta Manter a tranquilidade e a equanimidade em meio à adversidade é um tema central no ensinamento de Epicteto, refletindo a aspiração estoica pela paz interior independentemente das circunstâncias externas. Uma das estratégias mais eficazes para alcançar esse estado de resiliência emocional é a prática da premeditatio malorum, … Ler mais
Com base no vídeo, Helena Blavatsky escreveu um artigo em 1881 para esclarecer que a Sociedade Teosófica não defende dogmas religiosos, mas sim a busca incessante pela verdade acima de qualquer doutrina. O texto critica o fanatismo e a arrogância, afirmando que a teosofia é um terreno sagrado de pesquisa e investigação, livre de preconceitos. A motivação veio de leitores que elogiaram a sociedade por reavivar o hinduísmo, o que levou Blavatsky a reafirmar a neutralidade religiosa do movimento.
O Tao Teh Ching nos lembra que o verdadeiro conhecimento não está em acumular informações sobre o mundo, mas em mergulhar na própria essência. Esta reflexão explora a diferença entre o poder externo — que domina os outros — e o domínio interno, que nos torna capazes de ser quem realmente somos.
O vídeo critica a interpretação literal de textos religiosos, usando como exemplo a crítica de Helena Blavatsky ao que chamou de “canibalismo espiritual” na má compreensão de metáforas orientais. Em seguida, aborda o paradoxo do mal, questionando como um Deus onipotente e justo permitiria o sofrimento e a existência do mal, sugerindo que essa contradição lógica leva muitos a rejeitar dogmas religiosos.
William Quan Judge 📚 Escritos Compilados de Helena Petrovna Blavatsky William Quan Judge Volume: 3/15 | Páginas originais: 300-317 Fonte: Blavatsky, H.P. Collected Writings, Volume 3, Theosophical Publishing House WILLIAM QUAN JUDGE 23 de Abril de 1851 — 21 de Março de 1896 DR. JIRAH DEWEY BUCK 1838-1916 (Do The Path, Nova York, Vol. VII, … Ler mais
O vídeo apresenta uma explanação sobre a natureza da mente, descrita como vazia, luminosa e livre de elaborações, da qual surgem ilusões e a percepção dualística de sujeito e objeto. Explica que todas as experiências, incluindo alegrias e dores, são como sonhos criados por uma mente iludida, sem existência intrínseca. A mensagem central é a importância de reconhecer que todas as aparências do Samsara e do Nirvana são ilusórias e vazias, como um sonho.