O eu limitado que se sacrifica no altar da obra universal

Quanto mais um homem se despoja de sua natureza impulsiva, tanto menos pronunciada se torna a primeira parte da aura. A segunda vai então aumentando cada vez mais e preenchendo continuamente, com sua força luminosa, o corpo colorido dentro do qual vive o homem físico. E quanto mais o homem se comprova como ‘servidor do … Ler mais