Nosso único rumo verdadeiro é deixar que o motivo para a ação esteja na ação em si mesma, jamais na sua recompensa; não ser incitado à ação pela expectativa do resultado, e nem tão pouco ceder à propensão à inércia.
Através da fé32 o coração é purificado das paixões e da insensatez; daí surge o domínio do corpo, e, por último, a subjugação dos sentidos.
Ninguém age corretamente ao abandonar o cumprimento dos inequívocos deveres da vida, baseados no mandamento Divino.
Aquele que cumpre seus deveres por pensar que se eles não forem cumpridos algum malefício lhe sobrevirá, ou que o seu cumprimento removerá dificuldades do seu caminho, trabalha pelos resultados.
Os deveres devem ser cumpridos simplesmente por terem sido mandados por Deus, que pode a qualquer momento ordenar que se lhes abandone.
Enquanto não tivermos reduzido a inquietação da nossa natureza à tranqüilidade, teremos de trabalhar, consagrando à Deidade todos os frutos de nossa ação e atribuindo-Lhe o poder de executar as tarefas corretamente.
A verdadeira vida do homem é paz em identidade com o Supremo Espírito.
E então o coração puro é preenchido pela verdade, e é percebida a identidade com a Deidade.
Enquanto não tivermos reduzido a inquietação da nossa natureza à tranqüilidade, teremos de trabalhar, consagrando à Deidade todos os frutos de nossa ação e atribuindo-Lhe o poder de executar as tarefas corretamente.
A verdadeira vida do homem é paz em identidade com o Supremo Espírito.
E então o coração puro é preenchido pela verdade, e é percebida a identidade com a Deidade.
— Ocultismo Prático — H.P. Blavatsky
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