O belo jovem sacerdote levantou-se e ficou ao meu lado, enquanto eu ainda contemplava a glória.
— Ouve-me, meu irmão — disse ele. — Há três verdades que são absolutas, e que não podem perder-se, mas que ainda podem permanecer em silêncio por falta de quem as pronuncie.
A alma do homem é imortal, e o seu futuro é o futuro de algo cujo crescimento e esplendor não têm limite.
O princípio que dá vida habita em nós e fora de nós, é imorredouro e eternamente benfazejo, não é ouvido nem visto nem cheirado, mas é percebido pelo homem que deseja a percepção.
Cada homem é seu próprio legislador absoluto, o dispensador de glória ou trevas para si mesmo; o decretador de sua vida, sua recompensa, seu castigo.
Estas verdades, que são tão grandes quanto a própria vida, são tão simples quanto a mente mais simples do homem. Alimentai os famintos com elas. Adeus. É o pôr do sol. Virão buscar-te; esteja pronto.
A alma do homem é imortal, e o seu futuro é o futuro de algo cujo crescimento e esplendor não têm limite. O princípio que dá vida habita em nós e fora de nós, é imorredouro e eternamente benfazejo, não é ouvido nem visto nem cheirado, mas é percebido pelo homem que deseja a percepção.
— O Idílio do Lótus Branco — Mabel Collins
📖 Continuar lendo o texto original
Abrir na Biblioteca Teosófica
📬 Receba esses conteúdos por email: GET HERMES no Google Groups