O puro culto da Natureza nos dias patriarcais mais antigos… tornou-se herança daqueles apenas que podiam discernir o númeno por trás do fenômeno. Mais tarde, os Iniciados transmitiram seu conhecimento aos reis humanos, assim como seus Mestres divinos o haviam passado a seus antepassados. Era seu privilégio e dever revelar os segredos da Natureza que eram úteis à humanidade… Nenhum Iniciado o era se não pudesse curar — sim, chamar de volta à vida da morte aparente (coma) aqueles que, demasiado tempo negligenciados, teriam de fato morrido durante sua letargia. Aqueles que demonstravam tais poderes eram prontamente elevados acima das multidões, e eram considerados Reis e Iniciados.
Tracemos agora, tanto quanto possível, os passos de M. de St. Germain em algumas de suas extensas viagens. Que ele esteve na África, Índia e China reunimos a partir de várias indicações que ele nos dá, e também de fatos relatados por muitos escritores em diferentes épocas. Que tais viagens possam parecer sem propósito e triviais aos mesmos escritores não é motivo de surpresa, mas para os estudantes de misticismo, e especialmente aqueles para quem a ‘Grande Loja’ é um fato e uma necessidade na evolução espiritual da humanidade, para esses estudantes as amplamente estendidas viagens deste ‘mensageiro’ daquela Loja não serão surpreendentes; antes, buscarão abaixo da superfície, e tentarão compreender a missão e o trabalho que ele veio realizar entre os filhos dos homens.
Então, mais tarde, após a reação do pensamento livre no século dezoito, encontramos Mesmer e o Comte de St. Germain renunciando, não a suas vidas, mas a seus bons nomes e reputações, em tentativa de ajudar aqueles a quem foram enviados pela Grande Loja.
Para os estudantes de misticismo, e especialmente aqueles para quem a ‘Grande Loja’ é um fato e uma necessidade na evolução espiritual da humanidade, as viagens deste ‘mensageiro’ daquela Loja não serão surpreendentes; antes, buscarão abaixo da superfície, e tentarão compreender a missão e o trabalho que ele veio realizar entre os filhos dos homens.
— O Conde de St. Germain — Isabel Cooper-Oakley
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