Até o momento da preparação para a primeira iniciação no indivíduo, e do desdobramento geral da faculdade intuitiva na raça, uma barreira ou véu existe entre esses dois aspectos da natureza humana, o Egoico e o pessoal.
Esta barreira e causa da aridez intelectual e espiritual é como o véu diante do santuário naquele templo que é o próprio homem, no qual habita o Espírito do Altíssimo, o poder e a presença divina mais íntimos, chamados a Mônada.
Na Quinta Raça Raiz da Quarta Ronda neste planeta, este véu do templo humano é penetrado apenas por homens que estão à frente da raça, ou sujeitos a uma estimulação egóica e mental especial, seja por superiores na evolução ou por membros das hostes angélicas, ou como resultado de aspectos astrológicos incomuns aos quais são capazes de responder.
À medida que a sexta sub-raça da Quinta Raça Raiz aparece e se desenvolve, o véu entre as mentes superior e inferior torna-se mais tênue e, em consequência, a faculdade intuitiva se manifesta.
No Adepto deste período, e na humanidade como um todo ao final da Quarta Cadeia, o véu é “rasgado” ou dissolvido, como é claramente evidenciado nos relatos da Crucificação de Cristo. O rasgar em dois do véu do templo é uma alegoria descritiva de um estado de consciência, e não de um fenômeno supranormal em um templo físico.
Esta barreira e causa da aridez intelectual e espiritual é como o véu diante do santuário naquele templo que é o próprio homem, no qual habita o Espírito do Altíssimo. À medida que a sexta sub-raça da Quinta Raça Raiz aparece e se desenvolve, o véu entre as mentes superior e inferior torna-se mais tênue e, em consequência, a faculdade intuitiva se manifesta.
— A Sabedoria Oculta na Bíblia Sagrada Vol. 1 — Geoffrey Hodson
📖 Continuar lendo o texto original
Ler o trecho no App Teosofia
📬 Receba esses conteúdos por email: GET HERMES no Google Groups